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quarta-feira, 20 de março de 2013

ABRIL PRO ROCK 2013


SEXTA-FEIRA (19/04)
Móveis Coloniais de Acaju (DF)
Siba (PE)
Television (EUA)
Volver (PE)
Marcelo Jeneci (SP)
Silva (ES)
Babi Jaques e Os Sicilianos (PE)
Tagore (PE)

SÁBADO (20/04)
Dead Kennedys (EUA)
Sodom (Alemanha)
Devotos (PE)
Krisiun (RS)
DFC (DF)
Fang (EUA)
Andre Matos (SP)
Kataphero (RN)
Kriver (PE)
Vocífera (PE)

Chevrolet Hall, 19 e 20 / Abril / 2013
Ingres­sos: R$30 (meia) e R$40 + 1kg de ali­mento não pere­cí­vel (social)
vendas na segunda (18/3) no Chevrolet Hall, Lojas Renner e Ingresso Rápido



Excursões saindo de Natal: 

Caravana Corroído para o Abril Pro Rock 2013!
Ônibus de qualidade com geladeira, ar, banheiro, TV & DVD
Viagem Natal/Recife/Natal

Valor: R$65,00(sem o ingresso)
Telefone p/ contato: (84)8877-1283(Glauber Vinicius)
Email: corroido_p@hotmail.com
Organização: Corroído Distro 


EXCURSÃO RECORDS E PELIGRO ABRIL PRO ROCK 2013 

BATE-E-VOLTA ÔNIBUS EXECUTIVO COM AR CONDICIONADO, BANHEIRO, DVD, LANCHE, CAFÉ E SORTEIO DE BRINDES.
VALOR: R$ 80,00 (TRASLADO)
VALOR DOS INGRESSOS:
R$ 30,00 (MEIA ENTRADA)
R$ 40,00 + 1KG DE ALIMENTO (INGRESSO SOCIAL)
R$ 70,00 (INTEIRA)
DATA: SÁBADO 20/04/2013
SAÍDA: 12:00HS (PONTUALMENTE)
LOCAL: PRAÇA DA AGAÉ (AO LADO NO NATAL SHOPPING – CANDELÁRIA)
LOCAL DO SHOW: CHEVROLET HALL
 


 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

FESTIVAL DOSOL 2012 (CAICÓ) - 01 E 02/12


SÁBADO E DOMINGO - 01 E 02/12
FESTIVAL DOSOL 2012 EM CAICÓ


ILHA DE SANTANA
ENTRADA GRATUITA

SÁBADO, 01 DE DEZEMBRO

17H - MAD GRINDER (MOSSORÓ)
17H45 - SON OF A WITCH (NATAL)
18H30 - RED BOOTS (MOSSORÓ)
19H15 - TALMA & GADELHA (NATAL)
20H - CAMARONES ORQUESTRA GUITARRÍSTICA (NATAL)
20H45 - SERTÃO SANGRENTO (CAICÓ)
21H30 - PRIMORDIUM (NATAL)


DOMINGO, 02 DE DEZEMBRO

17H - ROLLER COASTER (SANTA CRUZ)
17H45 - ALCOHOLIC CORROSION (CAICÓ)
18H30 - CABRONES (NATAL)
19H15 - CALISTOGA (NATAL)
20H - BORN TO FREEDOM (NATAL)
20H45 - SCÓRIA (CAICÓ)
21H30 - MONSTER COYOTE (MOSSORÓ)

sábado, 24 de novembro de 2012

MPBECO 2ª ETAPA - 24/11




SÁBADO - 24/11
MPBECO 2ª ETAPA 

Local: Praça 7 de setembro
Bandas: Show de abertura com Gato Lúdico, depois as bandas concorrentes da noite e o encerramento com Karina Buhr
Hora: 18h
Preço: Gratuito

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

RESENHA FESTIVAL DOSOL - 2º DIA




O domingo do Festival Dosol deste ano foi feito de forma gratuita acoplado ao Circuito Cultural Ribeira que acontece todo segundo final de semana de cada mês. 

Os shows aconteceram em vários lugares de forma simultânea, em síntese, por questão de gosto acabei me detendo mais ao palco do Armazém Hall, que recebeu as bandas de vertentes mais pesadas como Metal, Hardcore e Stoner, abaixo vai as minhas impressões sobre os shows. Também cheguei a ver algumas bandas no Dosol, das quais também deixei minhas impressões. 

Vale lembrar que estive no Festival Dosol 2012 cobrindo o evento para o Fuga Underground, portanto este texto estará lá também de forma mais completa com as resenhas de bandas que não consegui ver, feitas por outras pessoas do site. 


Hottnyte (PB)
Aquela banda em que o público se divide entre os que gostam mais fingem que estão assistindo o show só para tirar sarro com os caras, e os que estão são para malhar de verdade. A realidade é que os caras têm boa qualidade, as músicas são bons hard rocks, algumas com umas pegadas até mais pesadas, e tem presença de palco, embora neste último ponto a coisa soe muito como uma cópia de alguma banda Hard dos anos 80, qualquer uma. O dia começou com um público menor que no primeiro dia, então não foram muitos que apareceram para o show, mesmo assim ainda foi mais gente que em anos anteriores.

Ubella Preta (PB)
Enquanto a Hottnyte desfilava maquiagens e performances teatrais no palco do Armazém, no Dosol quem fazia o som era a Ubella Preta, banda instrumental paraibana. Os caras fazem um instrumental percussivo e a cereja do bolo é o trompete, que dá uma elegância a mais ao som. Com relação ao público no Dosol era ainda menor que no Armazém, e quem esteve cedo no local viu um grande show, com músicas longas, mas que conseguiam não ser cansativas e que por fim as vezes era até dançantes, outras para curtir e viajar.

Psicomancia (RN)
O Psicomancia fez praticamente uma festa hardcore no palco com um show ontem vários componentes da cena local fizeram duos vocais com Gembroso e ontem as rodas de pogo foram nervosas, sempre comandadas pelo cantor.

Sin Ayuda (SP)
Enquanto o Psicomancia quebrava tudo no Armazém Hall no Dosol, tocando para um público tímido estava a Sin Ayuda de São Paulo. Com um som mais introspectivo e cadenciado agradou a quem estava presente e estava mais afim de ouvir um som e viajar, ao invés de rodar e suar em rodas de pogo. Um grande show, merece voltar em outras oportunidades.

Zeferina Bomba (PB)
A banda paraibana Zeferina Bomba trouxe seu punk rock violado para o Dosol e conseguiu levar um bom público à casa, que pela primeira vez no dia esteve quase lotada.  Também conseguiu originar boas rodas de pogo. É uma banda que já teve algumas passagens por Natal e relativa exposição na MTV, o que ajudou a levar público, a performance e a energia dos caras no palco garantiram a manutenção do movimento.

Kataphero (RN)
Enquanto o punk rock divertia uma galera no Dosol no Armazém os metaleiros de plantão tiveram sua primeira oportunidade de diversão do dia com a banda natalense Kataphero, que conseguiu levar grande público ao local. A banda sofreu algumas mudanças na formação, mas manteve a qualidade de sempre.


Plastic Fire (RJ)
A carioca Plastic Fire vou a primeira banda de fora do estado a se apresentar no palco do Armazém Hall. Um fato interessante é que pela segunda vez consecutiva a banda teve problemas com a formação antes de vir para Natal, o baterista não pôde viajar, o que fez o grupo ter que arrumar um batera de última hora. Conseguiram fazer um grande show, talvez o melhor do dia. Foram grandes rodas de pogo, muita gente empolgada cantando todas as músicas. O próprio vocal da banda desceu até o chão e cantou junto com a galera. Shilton, vocal do Born to freedom cantou uma música com a banda fazendo uma participação especial no show. Os caras devem lançar disco no próximo ano e já prometeram uma passagem pelo nordeste.

Primordium (RN)
O Primordium levou seu Death Metal ao Armazém Hall enchendo novamente a casa de metaleiros, muito técnica e peso foi a pesada do negócio.  Os mais empolgados devem ter voltado para casa com o pescoço doendo de bater cabeça.

Son of a Witch (RN)
A Sono f a Witch é relativamente nova, mas já vem fazendo muitos shows pelos bares da cidade, nem sempre com a qualidade de aparelhagem e espaço adequados, tiveram a oportunidade de se apresentar no Armazém com toda a estrutura de primeira e acabaram fazendo um dos melhores shows da noite, prendendo a atenção de todos os presentes.

Kamua (GO)
A banda goiana Kamura subiu ao palco como a penúltima da noite no Armazém Hall, o som dos caras é na linha do Hardcore / Metalcore, bom instrumental e vocais guturais. Fizeram boas rodas de pogo para um público que já lotava o a casa na espera do Exposed Your Hate.

Exposed Your Hate (RN)
Banda veterana do Death Metal Potiguar, já representou o estado em grandes shows e eventos fora, é composta por figuras conhecidas da cena local. Todos os ingredientes para um grande show e foi isso que fizeram. Sempre com boa presença de palco, muita técnica e peso o show tanto prendeu a atenção como promoveu rodas de pogo, uma ótima escolha para fechar as atividades do segundo e último dia de Festival Dosol em Natal. 

sábado, 17 de novembro de 2012

FESTIVAL DO SOL - 1º DIA




Antes de mais nada, estive no Festival Dosol 2012 cobrindo o evento para o Fuga Underground, então algumas partes do texto abaixo poderão ser encontradas lá, inclusive com os devidos créditos em meu nome, explico para que não ocorra qualquer problema com os mais desatentos.  

Far from Alaska
Banda nova, 6 meses de formação, mas que já está tendo destaque tanto na cidade como na internet, inclusive vieram de apresentação no festival Planeta  Terra. Diria que é uma boa banda, com certeza fazem um som diferente do que é produzido aqui no estado, dois vocais femininos, programação eletrônica, efeitos, guitarras pesadas e experimentação. Para a primeira apresentação do dia o público já era grande, acho que até pelo destaque que o grupo vem tendo na mídia virtual, fizeram um show regular que esteve no Dosol durante a apresentação elogiou, como ressalva fica somente a presença de palco, que ainda precisa ser melhorada, mas isso se pega com o tempo.

Kung Fu Johnny
Outra banda novinha em folha, com pouco mais de 6 meses de atividades, e ainda poucos shows pela cidade, mas que já vem com grande destaque na internet e até convites de gravadoras. Uma coisa é certa, tem muita qualidade, conseguem prender a atenção do público e de forma alguma são repetitivos, os próprios dizem que não se prendem a estilo e tocam tudo o que gostam. No show tocaram suas músicas próprias, podiam soar um jazz aqui ou um hard rock acolá, o público compareceu ao show e curtiu o som. Outro destaque é o fato de o baterista ficar responsável pelos vocais, normalmente dá errado, no caso dele deu certo.

Os inflamáveis
Estiveram no Festival pelo segundo ano consecutivo tocando o seu rock ‘n’ roll. Não apresentaram muita diferença de um ano para o outro, não que isso seja ruim, quem gosta do estilo esteve assistindo ao show dos caras e dançou.  Estão para lançar trabalho novo, algumas músicas novas na praça vamos esperar.

Red Boots
Mais uma que veio de 2011, entretanto saíram da edição de Mossoró e vieram para a de Natal, além de terem adquirido grande bagagem com lançamento de disco, turnê pelo Brasil e grande sequência de shows. Já tem público formado na cidade, gente que sabe cantar as músicas, bate cabeça, o que ajudou a deixar o Armazém Hall com público de horário nobre ainda à luz do dia. A experiência deu aos caras o traquejo para levar o público junto com eles, fizeram um bom show com direito a um tapa do guitarrista no microfone, coisa bem rock bruto, os rockeiros curtiram.

Aeromoças e tenistas russas(RS)
Então, por algum motivo que não me lembro passou despercebido, mas admito que não senti falta.  Acho que foi essa que achei o som parecido com música de som de cabaré, mas enfim. 



Huey (SP)
Os que olham mais tortos para o estilo poderiam chegar a dizer que Stoner Rock é sempre igual, pelo menos no instrumental. Esses caras vieram para jogar por terra esta ideia. Um show pesado e magnético. As músicas oscilaram entre o peso e a melodia marcante, o fato de não ter um vocal não faz falta alguma pela ótima, qualidade da banda e viaja por várias vertentes do Stoner, provavelmente voltaram a Natal em algum show de bandas instrumentais.

Monster Coyote
O festival veio em uma crescente de peso nos shows e foi ai que veio o Monster Coyote, que chegava de uma turnê que viajou pelo Brasil e Argentina tocando com os caras da Truckfigthers. O Dosol lotou de rockeiros barbudos e cabeludos fãs de Stoner Metal, as primeiras rodas de pogo surgiram com força total durante todo o show. A banda cresce cada vez mais em presença de palco e consegue uma interação de invejar com o público.

 Questions
Já uma veterana do hardcore brasileiro com 13 anos de estrada e algumas viagens à Europa a Questions ainda não tinha vindo ao nordeste. O primeiro show dos caras em Natal mostrou que não deveriam ter passado tanto tempo para chegar na região. Está certo, que o som não ajudou, o instrumental ficou baixo, mas os caras demonstraram a todo momento estarem muito a vontade de tocar em Natal, mostraram que conhecem alguns da cena local e fizeram de tudo para levar energia ao show, pena que muita gente guardou suas energias para a roda do Test e as rodas do Questions ficaram mais reduzidas, outra banda que merece voltar para um show mais longo, esperamos que não demore tanto.
Test
Para uma banda que costuma fazer shows nas ruas acho que o fato de terem tocado no dosol com um espaço mais reduzido e clima mais underground ficaram os caras se sentirem mais em casa. As rodas foram as mais brutais do dia, os câmeras que estavam filmando e tirando fotos na frente do palco tiveram problemas para conseguir trabalhar. Fizeram um show intenso, para os que gostam de peso, velocidade foi o melhor show do dia, sem sombra de dúvidas, tanto que no domingo a expectativa era que eles tocassem na frente do Dosol, o que não aconteceu.

Leptospirose
Outra que já veio na escalação por ser certeza de sucesso de público e crítica. Tocaram ainda este ano em uma das etapas do Circuito Cultural, de forma gratuita no Dosol. O último disco dos caras circulou nas listas de final de ano da maior parte dos blogs que tem uma queda por sons mais pesados, mesmo aqueles que também colocaram Criolo na lista deixaram ao menos um lugar para a banda só para dizer que curtiam um som mais pesado. O show foi mais um intenso, Quique Brawn é de instigar qualquer um com a sua postura de palco, as rodas continuaram e foi mais um grande show. A ressalva foi o show mais curto com a corda da guitarra que quebrou.

Silverados

Foi comentada como uma das surpresas da noite fazendo um som pesado e que agitou quem esteve presente vendo a apresentação da banda, aqui não posso comentar muito pois passei boa parte do tempo em entrevistas com o pessoal do Fuga Underground, por onde estava cobrindo o festival.  

Truckfighters
Essa era a banda mais esperada pelos barbudos de camisa de flanela de Natal. Fizeram um bom show os Stoners cantaram enlouqueceram, segundo relatos alguns até choraram, afinal os stoners tem cara de mal, mas também choram. Sobre esta banda vale uma ressalva de pós-show... Foi uma boa apresentação, quem curte deu valor, mas eles poderiam ter sido mais simpáticos com a produção e imprensa independente que estavam no local, não sei e por problemas pessoais ou não, mas acima de tudo o profissionalismo tem que existir.


Pez
Mais uma vez estive em entrevistas e acabei não vendo o show, porém pelo que pude apurar foi um show apenas mediano, nem ótimo, mas também não deu sono. 

Macaco Bong
Foi comentado como um dos bons shows da noite, temos aqui já outra distinção do festival, depois Truckfighters começou uma decrescente de peso das bandas, saindo do hardcore, passando pelo rock alternativo, indo pelo instrumental experimental até o ska, mas voltando ao Macaco Bong, fizeram um show com músicas do trabalho mais recente e deixaram a impressão de que o show poderia ter durado mais, mesmo os caras não sendo novidade na região.


Camarones Orquestra Guitarristica
Banda da produção  e do dono do festival já vem tocando há pelo menos umas 3 edições consecutivas pelo que me lembro. Não poderíamos dizer aqui que sem motivos, afinal é uma banda que já tem bagagem e público consistente na cidade. O Dosol lotou e foi aquela coisa de sempre dos shows da banda.

Maglore
Entramos na parte mais pop da noite, não tive muita paciência para assistir ao show, mas para quem curte deve ter sido bom, só não faz meu gosto. Música para quem gosta de romantismo e tal. 

Andróide Sem Par

Talvez fosse uma melhor ideia ter colocado a banda no inicio do dia. Com uma sonoridade pop rock romântico a partir daí o público que estava presente pelas bandas mais pesadas perdeu o interesse de vez. É uma banda que tem um público mais reduzido dentro da cidade e pouca estrada, enfim, ficou perdida no meio das que realmente o público queria ver.


Vanguart
A Vanguart  foi mais uma esperada com grande expectativa, desta vez já pelo público das vertentes indies que tava estava presente. Fizeram um show do disco novo, e com algumas músicas mais conhecidas, o Armazém esteve lotado e a recepção foi boa. 

Talma&Gadelha
Banda querida por nove entre dez meninas rock / pop da cidade e alguns caras que curtem indie, é bem verdade que tem shows animados, boa empatia com o público e músicas de boa qualidade, goste você ou não. É daquelas bandas que já entra com o jogo ganho, fizeram um bom show e agradaram ao público.

The Slackers
Finalizando a primeira noite do Festival Dosol 2012 veio a americana The Slakers com mais de 21 anos de muito Ska e estrada, músicas próprias e covers. Acho que o fato de o dia ter tido muitas bandas, iniciado com bandas mais pesadas e que cansaram mais o público logo no inicio ainda com rodas de pogos e moshs insanos, e logo depois ter entrado as bandas mais românticas e indies, fez com que o público ficasse reduzido para esta que foi uma grande apresentação desta edição.  A banda faz um show com músicas Ska, reggae e rock steady variando entre as vertentes. Um ponto interessante a destacar é a versão de “Minha Menina”, música de Jorge Ben em versão reggae, cantanda em um português com sotaque americanizado, mas que ficou muito legal. Quem não ficou para ver perdeu um grande Show. 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

FESTIVAL DOSOL NATAL - 2012




NATAL
RUA CHILE, RIBEIRA
SÁBADO, 10 DE NOVEMBRO
Ingressos: R$20,00 (promo/social/estudante)
A venda no Café da Praça, Natal Shopping
SÁBADO, 10 DE NOVEMBRO
15H30 – FAR FROM ALASKA (RN)
16H – KUNG FU JOHNNY (RN)
16H30 – OS INFLAMÁVEIS (RN)
17H – RED BOOTS (RN)
17H30 – AEROMOÇAS E TENISTAS RUSSAS (SP)
18H – HUEY (SP)
18H30 – MONSTER COYOTE (RN)
19H – QUESTIONS (SP)
19H30 – TEST (SP)
20H – LEPTOSPIROSE (SP)
20H30 – SILVERADOS (URUGUAI)
21H – TRUCKFIGHTERS (SUÉCIA)
21H30 – PEZ (ARG)
22H – MACACO BONG (MT)
22H30 – CAMARONES ORQUESTRA GUITARÍSTICA (RN)
23H – MAGLORE (BA)
23H30 – ANDRÓIDE SEM PAR (RN)
24H – VANGUART (MT)
01H – TALMA&GADELHA (RN)
01H30 – THE SLACKERS (EUA)
DOMINGO, 11 DE NOVEMBRO
CENTRO CULTURAL DOSOL – PALCO INDIE
15H30 – JUBARTE ATACA (RN)
16H15 – UBELLA PRETA (PB)
17H – SIN AYUDA (SP)
17H45 – ZEFIRINA BOMBA (PB)
18H30 – HIEROFANTE PÚRPURA (SP)
19H15 – THE BAUDELAIRES (PA)
20H – CASSADY (PE)
20H45 – THE FIRST CORINTHIANS (PE/EUA)
21H30 – CALISTOGA (RN)
ARMAZÉM HALL – PALCO METAL E HARD CORE
15H30 – CABRONES (RN)
16H15 – HÖTT NYTE (RN)
17H – PSICOMANCIA (RN)
17H45 – KATAPHERO (RN)
18H30 – PLASTIC FIRE (RJ)
19H15 – PRIMORDIUM (RN)
20H – SON OF A WITCH (RN)
20H45 – KAMURA (GO)
21H30 – EXPOSE YOUR HATE (RN)
GALPÃO 29 – PALCO MPB E POP
15H30 – 30 DE OUTUBRO (RN)
16H15 – CLARA E A NOITE (RN)
17H – MOBÍLIA (CE)
17H45 –SEUZÉ (RN)
18H30 – ROSA DE PEDRA (RN)
19H15 – VINDA (SP)
20H – SIMONA TALMA (RN)
20H45 – LUIZ GADELHA (RN)
21H30 – KHRYSTAL (RN)
CASA DA RIBEIRA – PALCO DOSOL MÚSICA CONTEMPORÂNEA
16H – MONSTEREO (RN)
19H –POUCA CHINFRA (PE)
20H30 – TESLA ORQUESTRA (RN)

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

FESTIVAL DOSOL 2012


O Festival Dosol 2012 veio cheio de novidades, além da edição natalense o festival terá, pelo segundo ano seguido, sede em Mossoró, uma versão em caicó e a primeira fora do Rio Grande do Norte em São Paulo. 



VEJA A PROGRAMAÇÃO:

NATAL
RUA CHILE, RIBEIRA

SÁBADO, 10 DE NOVEMBRO
Ingressos: R$20,00 (promo/social/estudante)

15H30 – FAR FROM ALASKA (RN)
16H – KUNG FU JOHNNY (RN)
16H30 – OS INFLAMÁVEIS (RN)
Rock and roll

Entrevista / Myspace

17H – RED BOOTS (RN)

17H30 – AEROMOÇAS E TENISTAS RUSSAS (SP)

18H – HUEY (SP)

18H30 – MONSTER COYOTE (RN)

19H – QUESTIONS (SP)
Hardcore
Site Oficial / Download / Myspace

19H30 – TEST (SP)
Death metal / Grindcore

20H – LEPTOSPIROSE (SP) 
Hardcore
Myspace / Download  / Trama Virtual

20H30 – SILVERADOS (URUGUAI)

21H – TRUCKFIGHTERS (SUÉCIA)

21H30 – PEZ (ARG)

22H – MACACO BONG (MT)

22H30 – CAMARONES ORQUESTRA GUITARÍSTICA (RN)

23H – MAGLORE (BA)

23H30 – ANDRÓIDE SEM PAR (RN)

24H15 – VANGUART (MT)

01H – TALMA&GADELHA (RN)

01H30 – THE SLACKERS (EUA)


DOMINGO, 11 DE NOVEMBRO
(entrada gratuita)

CENTRO CULTURAL DOSOL

15H30 – JUBARTE ATACA (RN)

16H15 – UBELLA PRETA (PB)

17H – SIN AYUDA (SP)

17H45 – ZEFIRINA BOMBA (PB)

18H30 – HIEROFANTE PÚRPURA (SP)

19H15 – THE BAUDELAIRES (PA)

20H – CASSADY (PE)

20H45 – THE FIRST CORINTHIANS (PE/EUA)

21H30 – CALISTOGA (RN)


ARMAZÉM HALL

15H30 – CABRONES (RN)

16H15 – HÖTT NYTE (RN)

17H – PSICOMANCIA (RN)

17H45 – KATAPHERO (RN)

18H30 – PLASTIC FIRE (RJ)

19H15 – PRIMORDIUM (RN)

20H – SON OF A WITCH (RN)

20H45 – KAMURA (GO)

21H30 – EXPOSE YOUR HATE (RN)

GALPÃO 29
15H30 – 30 DE OUTUBRO (RN)

16H15 – CLARA E A NOITE (RN)
17H – ROSA DE PEDRA (RN)
17H45 – MOBÍLIA (CE)
18H30 – SEUZÉ (RN)
19H15 – VINDA (SP)
20H – SIMONA TALMA (RN)
20H45 – LUIZ GADELHA (RN)
21H30 – KHRYSTAL (RN)
CASA DA RIBEIRA – FESTIVAL DOSOL MÚSICA CONTEMPORÂNEA
16H – OFICINA SOBRE MÚSICA ELETRÔNICA
19H – TRIO POUCA CHINFRA E A COZINHA (PE)
20H30 – TESLA ORQUESTRA
MOSSORÓ/RN
CENTRO CULTURAL DOSOL MOSSORÓ
De 02 a 11 de novembro
ingressos: R$10,00 (promo/estudante/social)
SEXTA, 02 DE NOVEMBRO, 22H
TALMA&GADELHA (RN)
DEAD PIXEL (RN)
MARIANO TAVARES (RN)
SÁBADO, 03 DE NOVEMBRO, 22H
WARCURSED (PB)
WARBUST COMAND (RN)
RHENODA (RN)
TERÇA, 06 DE NOVEMBRO, 21H
TEST (SP)
FAIXA PRETA (RN)
SEXTA, 09 DE NOVEMBRO, 22H
SILVERADOS (URUGUAI)
VELOCIRAPTORS (RN)
JUBARTE ATACA (RN)
AEROMOÇAS E TENISTAS RUSSAS (SP)
SÁBADO, 10 DE NOVEMBRO, 22H
VINDA (SP)
30 DE OUTUBRO (RN)
ARTUR SOARES (RN)
ELISABETH FREITAS (RN)
DOMINGO, 11 DE NOVEMBRO, 18H
TRUCKFIGHTERS (SUÉCIA)
MACACO BONG (MT)
MONSTER COYOTE (RN)
RED BOOTS (RN)
CAICÓ/RN
ILHA DE SANTANA
01 e 02 de dezembro
(Entrada Gratuita)
SÁBADO, 01 DE DEZEMBRO, 16h
DEAD PIXEL (MOSSORÓ)
CALISTOGA (NATAL)
CAMARONES ORQUESTRA GUITARRÍSTICA (NATAL)
SERTÃO SANGENTO (CAICÓ)
SON OF A WITCH (NATAL)
PRIMORDIUM (NATAL)
…E MAIS BANDAS A CONFIRMAR
DOMINGO, 02 DE DEZEMBRO, 16H
SCORIA (CAICÓ)
MONSTER COYOTE (MOSSORÓ)
RED BOOTS (MOSSORÓ)
CABRONES (NATAL)
BORN TO FREEDOM (NATAL)
…E MAIS BANDAS A CONFIRMAR
SÃO PAULO/SP
CINA JÓIA
03 de novembro
(ingressos: R$30,00 (meia/promo/social)

TRUCKFIGHTERS (SUÉCIA)
FORGOTTEN BOYS (SP)
MONSTER COYOTE (RN)
VIVENDO DO ÓCIO (BA)
O TERNO (SP)
OROZCO (SP)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

NA PARAÍBA COMEÇA HOJE O FESTIVAL MUNDO

O Festival Mundo, conhecido festival independente da Paraíba, começa hoje com exposição de artes visuais e show com as bandas Móveis Coloniais de Acaju (DF), Camarones Orquestra Guitarristica (RN) e Os Reis da Cocada Preta (PB). A exposição estará aberta a partir das 18h na Galeria Archidy Picado. Os shows começam às 20h, no Teatro de Arena.

Durante toda a semana o festival seguirá com mostra visual, oficinas e debates. Os dias 10 e 11 são os principais dias de shows onde se apresentam, as paraibanas Brasis’, ‘Chico Limeira’, ‘Monstro’, ‘Dalva Suada’, ‘Warcursed’, ‘Thyresis’, Rotten Flies e ‘Zefirina Bomba’. Outros estados também estão representados com a sergipana ‘Plástico Lunar’, a baiana ‘Vivendo do Ócio’, a pernambucana ‘Nuda’ e a potiguar ‘Planant’. Sem falar na ‘Cérebro Eletrônico’ (SP), ‘Baiana System’ (BA), o MC Kamau (SP), Macaco Bong (MT),Malefactor (BA), o pernambucano Zé Cafofinho e Autoramas (RJ).

Apresentações de artes cênicas e pista de esportes radicais também compõem a programação que pode ser conferida no site http://www.festivalmundo.com.br .




INGRESSOS PARA O DIA 02 DE DEZEMBRO –
TEATRO DE ARENA | INÍCIO DOS SHOWS ÀS 20H

Ingresso Estudante* na hora: R$15,00
Ingresso social: R$15,00 + 1kg de alimento não perecível entregue na bilheteria do evento.

INGRESSOS PARA OS DIAS 10 E 11 DE DEZEMBRO –
PRAÇA DO POVO, ESPAÇO CULTURAL | INÍCIO ÀS 16H

Ingresso Estudante*: Antecipado (até 9/dez): R$25,00 os 2 dias | R$15,00 cada dia
Ingressos estudante* na hora: R$35,00 os 2 dias | R$20,00 cada dia
Ingresso social: R$20,00 + 1kg de alimento (cada dia) - entregue na bilheteria do evento.
*Apresentação obrigatória da carteira de estudante

PONTOS DE VENDA:  Espaço Mundo (Varadouro), Música Urbana (centro), Furtacor (Shoppings Sul, Tambiá e Mag)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

FESTIVAL DOSOL - ETAPA MOSSORÓ



No último final de semana aconteceu, pela primeira vez uma etapa do Festival DoSol em Mossoró. Estive cobrindo o evento para o Fuga Underground, e aqui vou fazer minha resenha pessoal.

O evento em Mossoró aconteceu no Flecha na Goela, um espaço enorme, que é composto pelo bar, onde ocorreu o evento, um grande terreno com campo de futebol mirim e duas piscinas e grande estacionamento. Ao chegarmos fomos recepcionados por Rafaum (Distro e Xubba Musik) e Kalyl Lamarck(baixista e vocalista do Monster Coyote)os donos do local. Quem sabia jogar sinuca correu logo para uma mesa que tinha no local, umas cervejas rolaram e logo serviram uma ótima feijoada.

O evento em si começou pontualmente às 15h15, durante os dois dias de evento, assim como em Natal não aconteceram atrasos, outro ponto a ressaltar é que também não faltou cerveja gelada e tira-gosto para quem estava presente. No total se apresentaram nos dois dias 19 bandas (seriam vinte, mas devido a fatores maiores uma das bandas não pôde se apresentar), nove bandas de Mossoró, uma de Caicó, cinco de Natal e três de outros estados.

Quem imaginou que o evento ter uma maioria de bandas de Mossoró traria algum demérito ou desvalorização se enganou profundamente. Não conhecia a Red Boots, achei um show dos melhores do evento a dupla (é só guitarra e bateria) fez um som pesado e cheio de efeitos, a Mahatma Gangue mostrou porque é uma das bandas mais queridas da cidade com um show divertido e perigoso como gosta de ressaltar Pedro Mendigo, o baixista do grupo. A High Desert nunca tinha visto, mas é composta por caras que já fazem som a um bom tempo e tocam em bandas conhecidas da geral como Rafaum (Distro), Kalyl e Amilton (Monster Coyote). Falar do Monster Coyote eu não preciso. Lei do Cão é a velocidade e peso de sempre. Cemitério de Elefantes, fez um instrumental dos melhores. Spunk é um punk torto bem aos moldes do que se fazia nos anos 80 e o “30 de Outubro” um indie rock aos moldes de Coldplay ou U2. Seyfer é um heavy metal aos moldes do Judas Prist.  

A única banda do interior, que não era de Mossoró, o Sertão Sangrento, também mostrou o porquê de tanta gente gostar do som dos caras, mesmo eles saindo pouco de Caicó. Horror Punk divertido e covers do Misfits para levar a geral ao delírio.

As natalenses foram lá e fizeram sua onda, Fliperama voltando à ativa (não se sabe se por muito tempo, mas voltaram), Dr. Carnage soltando seu hardcore e o ITEP, com seu metalcore / hardcore embora tenham tocado para um público relativamente pequeno fizeram seus show com todo o gás. O Calistoga voltou aos palcos com um show cheio de efeitos e presença de palco e prendeu a atenção do bom público para o seu show. O Comando Etílico mostrou porque é conhecido em boa parte do Brasil e porque tem tantos fãs aqui no estado, mesmo tocando sem o seu vocal principal, Hervall Padinha, botaram a galera para bater cabeça e pogar do inicio ao fim (a formação que se apresentou foi o trio restante, que era a primeira formação da banda).

As forasteiras não se fizeram de rogadas, a Rinoceronte(RS) fez um show que considerei até melhor que o de Natal e a Cerva Grátis(PB), além do show que foi muito bom, distribuíram cerva para a geral. Por fim a Alagoana Dad Fucked and the Mad Skunks, mostrou o melhor show entre as de fora e talvez o melhor do festival na cidade, mostrando um skacore cheio de energia com direito a cantor se jogando, trenzinho da galera e muitos agradecimentos ao final do show.

A impressão que ficou é que, principalmente para uma primeira edição, o evento foi um sucesso, nem um assalto que aconteceu antes dos shows no segundo dia conseguiu apagar o ótimo evento, as ótimas bandas e o ótimo público. Acredito que a edição de Mossoró deve ser efetivada como edição fixa do festival a cada ano crescendo mais, agora é esperar pelo ano que vem. 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

RESENHA FESTIVAL DOSOL 2011 - SEGUNDO DIA



Segundo dia de Festival DoSol. Este ano a aposta para este dia ficou nas grandes bandas brasileiras ao contrário dos dois anos anteriores onde entre as principais bandas do lineup estavam as gringas Exploited e Marky Ramone's Blitzkrieg. Não deixou a desejar, muito pelo contrário, principalmente a ala metaleira presente ao dia do evento ficou insana com os shows do Violator e Krisiun, sem contar que pela sua performance e atitude a primeira também agradou muito aos Hardcores presentes ao evento,  mas vamos às bandas:

ANTISKEUMORRA (RN)

A banda abriu o segundo dia do festival. Grupo já rodado no cenário Hardcore potiguar, tocaram já para um bom público, fazendo muito barulho e com muito peso e velocidade nas músicas como acontece normalmente nas apresentações do grupo.

LOS COSTELETAS FLAMEJANTES (RN)

A banda talvez se encaixasse melhor no primeiro dia visto que fazem um rock’n roll / rockabilly mais dançante com direito a topetes e, lógico, as costeletas. Não deixaram a desejar, apesar de ser apenas a segunda banda do dia. com bom público dentro do DoSol (longe de estar lotado, mas com público razoável) eles fizeram seu show composto de nove músicas e fizeram até algumas meninas dançar.

SUNSET BOULEVARD (RN)

Hard Rock ao estilo de bandas dos anos oitenta. É isso que os caras fazem, e fizeram no festival. Toda aquela presença de palco do final dos anos 80 e inicio dos anos 90 com direito aos clichês de cantor encenando dedilhados na guitarra e afins. Pediram até roda de polga, mas não deu. Sim para completar um cover de Europe, qual música? The Final Countdown, lógico. Foi um bom show, divertido.

CONQUEST FOR DEATH (EUA)

Banda antiga da cena gringa, adeptos do hardcore sem firulas ou estrelismo, se você esperava um show com morno quebrou a cara. Os caras são insanos, pularam, se jogaram... O cantor chegou a girar no palco com um maluco nos braços. Show porrada mesmo, músicas rápidas, gritadas, guitarras a toda distorção. Roda de polga do inicio ao fim sem parar.

MADAME SATAN (PA)

Carimbo com metal e em português. Estranha essa mistura? É exatamente o que faz a Madame Satan. Já tinha ouvido a banda em cd e visto alguns clipes, nada que me empolgasse ou mesmo me fizesse querer ir a um show deles. O show surpreendeu pelo peso que a banda tem ao vivo, muito maior que em estúdio, a cantora também fez muitos marmanjos babarem à beira do palco, o Armazém já estava lotado e muita gente bateu cabeça durante todo o show.

HILLBILLY RAWHIDE (PR)

Outra banda que tem muitos fãs em Natal, e que estiveram presentes no segundo dia do festival, mas que se encaixaria melhor no primeiro dia pelo estilo que tocam um psychobilly / Country. Mas até pelos fãs e pela presença de palco fizeram lotar o DoSol para ver a banda que ainda tocou um cover do Ratos de Porão, “Beber Até Morrer”, além de músicas próprias que muita gente conhecia e cantava.

GUACHASS (URUGUAI)

Outra que ficou meio deslocada quanto ao estilo para o dia. Banda de mulheres, ainda por cima bonitas, fez um show em que o público mais assistiu (também quem diabos ai ficar se batendo com macho com elas no palco). Sim! A banda tem um cara no meio, mas nada que seja percebido.

MONSTER COYOTE (RN)

Banda da casa tem público na cidade e em todo o estado, tiveram a difícil missão de abrir para o Violator e se garantiram. Show pesado do inicio ao fim, Stoner Rock dos melhores. Até roda de polga rolou, o que não seria normal, visto que a próxima banda já iria exigir bom fôlego do público.

VIOLATOR (DF)

A banda já era esperada pelas apresentações que vem fazendo em vários festivais pelo Brasil, sendo sempre muito elogiada. Fizeram seu Thrash Metal rápido e agressivo. Uma grande roda de polga se formou no show. Como ressalva ficou o show curto para a qualidade da banda, o público pediu, mas não adiantou, eles respeitam muito o underground e deixaram o tempo para as bandas que ainda viriam. Acredito que devem voltar a Natal pela receptividade que teve com o público presente.

SANCTIFIER (RN)

Banda local já estava a algum tempo sem fazer shows, bom motivo para fazer muitos metaleiros se aglomerarem no DoSol, não ficou espaço. O show foi mais assistido, rodas de polga não surgiram, até porque a próxima banda seria o Krisiun, ou seja, o público preferiu se poupar. Bom show, a expectativa é por outras apresentações.  

KRISIUN (RS)

A banda já se apresentou em Natal há muitos anos, e parece que deixou saudades. Uma grande roda se formou já na primeira música e foi até o fim do show, que teve um Armazém Hall lotado. Metal extremo como fazem, a rapidez e técnica foram a temática do show. Outra banda que respeitou bem o tempo, não atrasou e se mostraram muito simpáticos com o público.

GALINHA PRETA (DF)

Você esperava apenas um show de Hardcore? Pois ganhou um de Stand up no pacote. O cantor “Frango” é insano no palco. As letras sempre divertidas e os efeitos usados também deram o tom. Detalhe para a participação da cantora do Madame Satan no show, cantando uma música. Quem tem senso de humor gostou do que viu durante todo o show “Para de rir de mim!”.

DEAD FISH (ES)

Banda com mais de 20 anos de estrada fazendo hardcore melódico, tempo suficiente para conquistar fãs por todo o Brasil, e também que deteste a banda. O show teve músicas de toda a carreira do grupo a exemplo de “Sonho Médio”, “Afasia”, “Noite”, “Molotov”, “Autonomia”, entre várias outras. A banda já foi mais enérgica no palco, mas para os novos fãs e os mais saudosistas isto não importou, as músicas já bastaram. Vale ressalta a simpática dos caras no palco também, o espírito do underground ainda permanece.

Em suma o lado positivo do segundo dia do festival foi a cooperação entre as bandas, sempre se respeitando e instigando os diferentes públicos a se respeitarem. Quanto ao público em si, diferente do primeiro dia se mostraram instigados na maioria dos shows, se as músicas instigaram às rodas de polga, foi isso que se viu em quase todos os shows. De incidente só uma briga no show do Dead Fish, rapidamente controlada pelo próprio público e o causador retirado do local no mesmo momento (o show parou e só continuou quando o sujeito foi retirado). As bandas locais se mostraram em bom nível representando bem o estado no festival. Para finalizar o Festival DoSol de 2011, nas suas duas principais noites, foi um dos melhores até agora. Dois dias com boas bandas, grande público e estrutura das melhores, sempre melhorando a cada edição. 

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

RESENHA FESTIVAL DOSOL 2011 - PRIMEIRO DIA



      O sábado do festival, já costumeiramente, é pautado em bandas de rock alternativo, experimental e ritmos dançantes. É também o dia do festival com mais bandas, o que possibilita uma grande variedade de gêneros. Dentro desta diversidade, a principal inovação deste ano foi a entrada da “nova MPB” entre o cardápio de estilos apresentado, além de algumas surpresas que vamos comentar no decorrer do texto, vamos agora aos comentários banda a banda:

HEY APPLE (RN)

      Pautada no indie rock fizeram um show para poucas pessoas, é uma banda nova com gente que faz o estilo já há algum tempo.

DESSITUADOS (RN)

      Banda que mistura punk rock com alternativo, letras pessoais. Vem se apresentando nos mais diversos eventos pela cidade. Assim como a primeira banda ainda tocaram para poucas pessoas o que dificultou instigar o público, mas pelo que conversei com os caras estavam bem felizes com a oportunidade.

PLANANT (RN)

      A banda tem um som com influências de Echo And The Bunnyman e afins, já toca há algum tempo pela cidade, fizeram show também no MADA e em São Paulo. São competentes no que fazem.

INFLAMÁVEIS (RN)

      Banda que faz um rock puro, viajado e instigado. Finalmente uma banda que conseguiu instigar o público. Foram comentados como a banda revelação do primeiro dia.

O SONSO (CE)

      Comecei a ver e ouvir o show com uma leve impressão de que ouvir alguma coisa parecida com Cazuza e o Barão Vermelho, depois percebi que o cantor tinha a performance de palco nesta linha, com pitadas de Renato Russo no jeito de se mexer. Voltando ao som trouxeram para o festival um rock/pop com levada de nova MPB em alguns momentos. O som oscilava entre levadas mais dançantes, com refrão pegajoso, e alguns momentos de maior peso, o que não foi suficiente para fazer o público que já se encontrava no Armazém Hall se mexer, por mais que o cantor do grupo tentasse empolgar. Vale ressaltar que até o momento o público ainda era pequeno.

TOKYO SAVANNAH (SP)

      A banda paulista, Tokyo Savannah, trouxe para o palco do Centro Cultural DoSol um rock’n roll rápido, dançante, algo visceral. O espaço do DoSol também ajudou, por ser menor que o Armazém deu a impressão de maior público (realmente o público já tinha aumentado), empolgando a banda que fez um show enérgico com presença de palco, instrumental e  empatia com o público impecáveis. Das bandas que tocaram até o momento era também a mais conhecida, o que facilitou a relação público banda.

HELLBENDDERS (GO)

      A banda tem muitos fãs aqui no estado, neste show o Armazém já estava lotado. Seguramente foi um dos shows mais pesados do primeiro dia do festival, poderiam inclusive ter entrado no line-up do segundo dia. O som stoner rock fez muita gente bater cabeça do inicio ao fim da apresentação. Foi também a banda com mais “atitude” no palco, fugindo dos topetes e roupas coloridas, típicas das outras bandas da noite, e buscaram a todo o momento instigar quem estava na platéia. Os caras tem boa presença de palco e agradam tanto no vocal quando no instrumental agressivo e trabalhado.

VERNICE UNDER WATER (RN)

      Banda caseira tem público na cidade, gente que sabe realmente cantar as músicas dos caras. Problemas com a guitarra do Rafael Calango fizeram o show parar, mas nada que fizesse o público ficar chateado até porque, como falei anteriormente, quem estava ali queria realmente ver a banda, quem não gosta, e olhe que também tem gente para isso, ficou do lado de fora. Os problemas tornaram o show mais curto, mas eles souberam contornar bem a situação o que fez valer a apresentação.

SATAN DEALLERS (ARG)

      A banda Argentina começou o show com 15 minutos de atraso, o que chegou a ser percebido por alguns que esperavam os caras (tudo bem, o que é 15 minutos de atraso? Já vi bandas locais fazer pior). O que vale ressaltar aqui é que apesar de gringa, poucas pessoas entraram para ver a banda e quem entrou não se mexeu muito, apesar de o cantor ter “um puta vocal”, e os caras terem uma boa performance de palco. Quem não viu perdeu um bom show.

GLOOM (GO)  

      Você esperava ouvir, algum dia na sua vida, um cover de Sandy e Junior no DoSol? Se sua resposta foi não, você foi ao festival neste dia e entrou para ver essa banda, você ouviu, digo mais... “Vai ter que rebolar” foi a escolhida. Muita gente se impressionou com a ousadia, mas a banda tem essa proposta pop mesmo. Os instrumentistas dos metais mostraram boa presença de palco dançando o show todo, uma coisa meio Móveis Coloniais de Acaju, a cantora meio ao estilo Fernanda Takai, também se mostrou bem alegre.  No mais, quem era público do primeiro dia (tem aqueles que foram para ver as bandas mais pesadas e, portanto era público do segundo dia no primeiro) não se importou com o famigerado cover.

VIVENDO DO ÓCIO (BA)

      Olhando o visual dos caras imaginei ser um cover do The Mars Volta, sei lá... Eles devem curtir o som da banda. Mas o que importa é que a banda lotou o Armazém Hall com gente que gritava e cantava junto. Aqui faço outra ressalva, aquele baterista estava mesmo muito doido, era só ver a instiga do cara o show todo. Neste show o público chegou a ensaiar alguma coisa parecida com uma roda de pogo (roda de pogo em show com público indie é esquisito). No geral se você queria ouvir boas músicas e ver banda com boa presença de palco atingiu seus objetivos, apesar das ironias gostei muito do som deles, acho inclusive que vão acabar voltando a Natal mais algumas vezes como acontece com bandas que vão bem no festival e trazem público.

DO AMOR (RJ)

      Ai veio a primeira banda que realmente me assustou. O ritmo dos caras me lembrou algum axé baiano, tropicália ou coisa do tipo. Só consegui pensar nisso durante o tempo em que estive dentro do show e em cantar músicas do Chiclete com Banana, mas eles sabem disso. Se você acha exagero pergunta a mais alguém que estava lá dentro! Sim! Já ia esquecendo, eles tem fãs, inclusive com camisa da banda. É questão de gosto, eu falei.

CANASTRA  (RJ)

      Banda já grande no cenário independente, com baterista “ex-Los Hermanos”, não preciso dizer muita coisa. É uma big band, que toca e se veste tipicamente rockabilly (com exceção do Barba, baterista). O Armazém Hall lotou para ver a banda, que fez um bom show, baseado no contra-baixo acústico e metais, com bom ritmo fez muita gente dançar.

CAMARONES ORQUESTRA GUITARRISTICA (RN)

      Outra banda da casa. Grupo rodado no cenário local e nacional, fizeram o som instrumental de sempre com competência dentro do que se propõe. Público formado tem, o DoSol lotou para ver o show.

DUSOUTO (RN)

      Falar o que dos caras, eles e o Mc Priguissa estão tocando até em festa de criança, fica difícil não saber cantar as músicas da banda. Fizeram o de sempre, um show com participações do próprio Priguissa e de Danina Fromer pautado do reggae, ragga e funk. Quem estava dentro do Armazém Hall dançou e cantou as músicas, muita gente dançando até o chão, chão, chão, chão... Vou parar por aqui.

RINOCERONTE (RS)

      Pelo que algumas pessoas vinham me falando, esperava um DoSol lotado para o show da banda, mas até que deu para respirar legal. Música pesada e trabalhada ao mesmo tempo e público participativo deram um bom andamento ao show. Não sei se é porque esperava algo extraordinário, mas achei normal.

TULIPA RUIZ (SP)

      Show típico de nova MPB agradou em muito as meninas presentes ao show e alguns caras que gostam da música. O que se pode ressaltar é o teclado cheio de efeitos e a presença performática dela no palco. No mais é aquela coisa de voz suave, guitarra melosa e letra bonitinha.  

TALMA&GADELHA (RN)

      Banda com menos de um ano de formação, mas que tem componentes rodados, já tem clipe e cd lançados, além de turnê pelo Brasil. Fizeram um show bom para que gosta do som, foi mais uma banda que os que torcem o pescoço para ela não entraram e se pouparam de assistir. Os que entraram queriam mesmo cantar e dançar embalados pelo som do grupo.

BNEGÃO & OS SELETORES DE FREQUÊNCIA (RJ)

      Começo logo dizendo que esperava mais do show, mas acho que isso ficou mais para quem é saudosista do Planet Hamp, eu admito. O show é todo baseado no funk (funk ao estilo Tim Maia, não funk carioca, por favor), hip hop e algumas coisas de rock. No final do show tocou uma parte de “Legalize Já” que fez muita gente pular, mas foi só o que saiu da antiga banda. “Dança do Patinho” foi outra que mexeu com o público. Para o primeiro dia foi um bom show, quem queria curtir essa vibe mais swingue curtiu bem o show, os que queriam só fumar um cigarrinho da paz também.

      O primeiro dia chegou ao fim com boas apresentações, apesar de gostar ou não das bandas, não se pode dizer que era bandas ruins e se a intenção foi agradar a todos os públicos conseguiu o objetivo, afinal agregou bandas pesadas e leves, som psicodélico e música típica brasileira e conseguiu ter público para todas as atrações, por mais que, em muitas ocasiões, este público estivesse mais observando do que participando.